Orquestra Municipal de Jundiaí

A Orquestra Municipal de Jundiaí tem como missão popularizar a música, para que a população tenha acesso e oportunidade de assistir espetáculos de alto nível, com um programa contínuo, crescente, deixando marcas, costumes, história e reflexões. A arte é entretenimento que fortalece a mente. A elaboração de um produto artístico, especialmente pensado para a nossa cidade tem o importante papel de fomentar, fortalecer e democratizar a arte propriamente dita.


BEM VINDOS A TEMPORADA 2017

Nesse momento em que a Arte vem sendo desintegrada pela cultura de consumo rápido e desesperado, a Orquestra Municipal de Jundiaí se posiciona heroicamente no cenário musical brasileiro. Sob os argumentos da crise financeira, a Arte tem sido uma vítima constante de cortes sob o pretexto da austeridade, ao contrário do que deveria acontecer! O investimento em arte e cultura transforma uma sociedade, estimula o criar, fomenta a indústria criativa, minimiza a dureza da realidade. Felizmente, Jundiaí vai nessa linha, investindo em seus cidadãos.

Li  recentemente um texto que levantava a bandeira do “slow movement” na música. Esse movimento, mais conhecido por sua vertente no mundo da gastronomia como “slow food”, une pessoas em torno do desejo de desfrutar alimentos de qualidade e saudáveis, do prazer de saborear lentamente uma refeição agradável, e da busca por produtos regionais e da estação. De um modo geral, o “slow movement” pretende fazer com que as pessoas levem uma vida mais saudável, mais tranquila e mais sociável.

Nunca me passou pela cabeça que a música de concerto pudesse ser desfrutada de forma diferente dessa idéia do “slow movement”. A música de concerto não “levanta poeira”. É uma arte para ser degustada com calma e introspecção. Mesmo as obras mais exuberantes trazem em si camadas mais profundas a serem descobertas e desfrutadas.

Em nossa temporada 2017, teremos alguns “frutos da terra”, com a participação de vários artistas jundiaienses, “temperos brasileiros”, com obras de compositores de diversas partes do país, o “resgate da tradição”, com a música antiga e a forma como os compositores do século XX olharam para ela, e, finalmente, uma pitada de “sabores inovadores”, com música contemporânea e primeiras audições.

Ainda temos nossa “mistura especial”, que une diversas linguagens, com a participação da Cia de Teatro de Jundiaí em um musical dedicado às crianças no mês de outubro, o diálogo da música com a literatura nacional, mediado pelos comentários do professor Fernando Bandini, e pela primeira vez em nossa orquestra, a participação de um coro convidado, com a presença do Coro Oswaldo Lacerda, um projeto tocado independentemente por jovens cantores.

Um bom apetite a todos!

Claudia Feres.

PROGRAMAÇÃO

08 de abril – sábado, 20h
Teatro Polytheama
Abertura da Temporada
Claudia Feres, regente titular
Marília Vargas, soprano
Delphim Rezende Porto, cravo

Manuel da Silva – Mojola – Moszkowski – Vivaldi – Ireland

06 de Maio – Sábado, 20h
Teatro Polytheama
Claudia Feres, regente titular
Luis Afonso Montanha, clarinete

Gil – Pikoul – Shugar – Finzi – Theofanidis

03 de Junho – Sábado, 20h
Teatro Polytheama
04 de Junho – Domingo, 19h
Local a definir
06 de Junho – Terça-feira, 20h
Local a definir
Claudia Feres, regente titular
Cleber Albuquerque, violino

Giannini – Albinoni – Vitali – Respighi

01 de Julho – Sábado, 20h 
Teatro Polytheama
Claudia Feres, regente titular
Fábio Presgrave, violoncelo
Otavio Piola, piano

Janacek – Piazzolla

05 de Agosto – Sábado, 20h 
Teatro Polytheama
Claudia Feres, regente titular
Clélia Iruzun, piano
Anthony Flint, violino

Schubert – Bartholdy

16 de Setembro – Sábado, 20h 
Teatro Polytheama
Claudia Feres, regente titular
Thiago Hessel, contrabaixo
Fernando Bandini, comentarista

Nepomuceno – Villa-Lobos – Jobim – Nobre – Pereira

15 de Outubro – Domingo 17h 
Teatro Polytheama
Claudia Feres, regente titular
Cia de Teatro de Jundiaí

Drummond

18 de novembro – Sábado, 20h
Teatro Polytheama
Claudia Feres, Regente Titular
Regiane Martinez, soprano
Léa Lacerda, mezzo-soprano
Jabez Lima, tenor
Sabah Teixeira, barítono
Delphim Resende Porto, cravo
Michel de Paula, flauta

Georg Friedrich Händel (1685-1759)
Arias de óperas e oratorios

09 de Dezembro – Sábado, 20h
Teatro Polytheama
Claudia Feres, regente titular
Miriam Braga, piano
Erick Heimann Pais, saxofone

Braga – Gnatalli – Pitombeira – Goulart

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO ARTÍSTICA E REGENTE TÍTULAR
Claudia Feres

VIOLINOS
Pedro Dellarole, spalla
Cleber Albuquerque, chefe de naipe
Anderson Cardoso
Andrielly Campos
Fellipe Santarelli
Glaucia Pinotti
Karina Petry
Letícia Andrade
Mayra Pezzuti
Marcos Scheffel
Milton Pires
Paulo Lucas
Silas Simões
Valdiner Rossi
Wanessa Dourado

VIOLAS
Emerson De Biaggi, chefe de naipe
Bruno Geremias
Glaucia Chignolli Faelis
Hellen Dias Mizael
Valter Eiji Kakazaki

VIOLONCELOS
Vana Bock, chefe de naipe
Angelique Camargo
Mayara Alencar
Raúl Andueza
Samuel Oliveira

CONTRABAIXOS
Thiago Hessel, chefe de naipe
Alex Dias

DIRETOR ARTÍSTICO ASSISTENTE
Fábio Vianna Peres

MUSICOTECÁRIA
Sílvia Carla Garcia

GESTORA DA UNIDADE DE CULTURA
Vasti Ferrari Marques

DIRETOR DO TEATRO POLYTHEAMA
Wagner Nacarato

EQUIPE ADMINISTRATIVA
Carla Basílio
Dayse Lucia de Almeida
Jéssica Rodriguez Santos
Juliana Raminelli
Maria Antonia de Souza Chiesa
Maria Fernanda de Sousa Castro
Naiara Sanches Consêncio
Paulo Eduardo Capobianco Galvão
Wilson Pauleto

EQUIPE OPERACIONAL
Bruno Chequin
Marciler José Carreiro
Marta Ivan Hahnl Rosa

EQUIPE TÉCNICA
Bruno Ienne
Eder Lopes
Guilherme Torres
Narciso Barros D’Abreu
Valdenir Aparecido Cardoso
Wagner Barcelo

MONTAGEM DE PALCO
Urdimento Cenografia

SOM E ILUMINAÇÃO
TC Áudio
R2 Iluminação

FOTOGRAFIA*
Centro de Memória de Jundiaí (acervo)
Marco Antonio de Almeida Cunha
Wilson Pauleto


ORQUESTRA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ

Criada em 2011 por iniciativa da Secretaria de Cultura, a OMJ é resultado de um antigo anseio da população jundiaiense. Tendo a sua frente, como regente titular e diretora artística a maestrina Claudia Feres, a OMJ vem desde sua primeira Temporada afirmando-se como um conjunto promissor, tanto pela excelência de seus músicos como pelo repertório. A orquestra vem apresentando uma programação que contempla obras importantes para o repertório de cordas dos grandes compositores da música clássica, uma grande parcela da produção de compositores brasileiros, música barroca e a produção de programas originais, tendo como temática a música popular.

Desde sua primeira Temporada a OMJ trouxe uma gama variada de excelentes artistas para se apresentar em seus concertos, como o pianista Marcelo Bratke, a soprano Marília Vargas, a harpista Liuba Klevtsova e o saxofonista Marcos Pedroso, o violinista Emmanuelle Baldini e a cantora Monica Salmaso, com Teco Cardoso e Nelson Ayres. Também se apresentaram com a OMJ alguns jundiaienses ilustres, como o violonista Fabio Zanon, o flautista Marcelo Barboza e o trio “Conversa Ribeira” que tem entre seus integrantes o pianista a acordeonista Daniel Muller. Em um curto período desde sua criação a Orquestra Municipal de Jundiaí já vem se afirmando como um sólido agrupamento camerístico no cenário musical brasileiro.

CLAUDIA FERES

Regente titular e diretora artística

Claudia Feres formou-se em composição e regência pela Unicamp. Após um período em Cincinnati e Chicago, obteve o título de Mestre em Música pela Northwestern University (Chicago). Estudou com Eleazar de Carvalho, Fábio Mechetti, Victor Yampolsky, Teri Murai e Jorma Panula, entre outros.

Foi premiada com a Medalha de Honra da cidade de Jundiaí pelo seu trabalho como diretora artística da Orquestra Jovem de Jundiaí de 1982 a 1986. Apresentou-se frente à Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Amazonas Filarmônica, Opera Giocosa del Friuli Venezia-Giulia, Northwestern University Orchestra e North Shore Chamber Orchestra.

De 1991 a 1994 foi regente titular e diretora artística da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. Foi diretora artística da Orquestra de Câmara de Jundiaí de 1999 a 2003 e regente adjunta da Orquestra Sinfônica de Santo André de 2004 a 2006. De 2002 a 2006 esteve à frente da Orquestra Filarmônica de Mulheres no Projeto AVON Women in Concert, apresentando-se com as sopranos Barbara Hendricks e Kiri Te Kanawa. Ainda neste projeto, apresentou-se com grandes nomes da música popular, como Rita Lee, Vanessa da Mata e Milton Nascimento.

É idealizadora de vários projetos, entre eles os “Concertos Astra” e “Música e Cidadania”. Desde 1997 é diretora artística da Escola de Música de Jundiaí, onde coordena a Orquestra de Câmara de Repertório. Foi Regente Titular da Orquestra Jovem Heliópolis – Instituto Baccarelli de 2011 a 2014. Em 2011, a convite da Prefeitura de Jundiaí, ajudou a criar a Orquestra Municipal de Jundiaí, na qual ocupa desde então os cargos de Regente Titular e Diretora Artística.

 


PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

Marília Vargas, soprano (08 de abril)
Uma das mais ativas e respeitadas sopranos brasileiras de sua geração, Marília Vargas conduz uma intensa carreira de concertos. Formou-se em Canto Barroco na Schola Cantorum Basiliensis (Suíça, 2001) e obteve o “Konzert Diplom” em Lied e Oratório na classe de Christoph Prègardien, no Conservatório de Zurique (Suíça, 2005), onde foi laureada summa cum laude. Foi premiada no II Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, no VI Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas e bolsista das fundações suíças Friedl Wald e Margherite Meyer Stiftung. Apresenta-se regularmente como solista com diversas orquestras no Brasil e na Europa, entre as quais a Sinfônica do Paraná, Petrobrá s Sinfônica, Sinfônica de Minas Gerais, OSB, OSESP, Orchestra of the Age of Enlightement e Zürcher Kammerorchester.

Delphim Porto, cravo e órgão (08 de abril e 18 de novembro)
Organista, cravista e regente, iniciou seus estudos de piano moderno com a polonesa Donata Lange, na Universidade Livre de Música, em São Paulo. É Mestre e Doutorando em Musicologia pela ECA-USP, sob a orientação da Profª. Drª. Mônica Lucas e Dr. Giuseppe Gerbino (Columbia University de Nova Iorque). Aperfeiçoa-se atualmente aos teclados históricos do cravo, órgão e clavicórdio com o Prof. Dr. Peter Sykes (Juilliard School). Com o maestro Nicolau de Figueiredo e Elisa Freixo dedicou-se ao repertório renascentista e barroco escrito para teclados. Apresenta-se regularmente como convidado junto aos principais conjuntos e orquestras do país – Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de S. Paulo, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica Heliópolis, Coral Paulistano.

 

Luis Afonso Montanha, clarinete (06 de maio)
É o primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e integra como clarinetista e claronista os grupos: Quinteto de Clarinetes “Sujeito a Guincho”, “Duo Clarones” (com o Prof. Henri Bok – Holanda), Quarteto “Tetralogia”, Quarteto de Clarinetes ClarinETC” e o Grupo “QuartaD”. Montanha nasceu em Americana, SP, onde iniciou seus estudos e graduou-se pela UNESP em 1991, com o Prof. Dr. Maurício Loureiro, recebendo orientações também de Márcio Beltrami, Sérgio Burgani, Roberto Pires, Luiz Carneiro, Anthony Pay (Inglaterra) e Karl Leister (Alemanha). É artista patrocinado pela Selmer-Paris e Vandoren-Paris.

 

Fabio Presgrave, violoncelo (01 de julho)
O violoncelista carioca Fabio Presgrave recebeu seus títulos de Bacharel e Mestre em Performance pela renomada Juilliard School of Music em Nova Iorque, onde estudou com Harvey Shapiro e Joel Krosnick. Ainda nos Estados Unidos recebeu os prêmios Eleanor Slatkin e Felix Salmond. Apresentou-se como solista junto a orquestras como Qatar Philarmonic, Orquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Fukuda, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, dentre outras. Como professor de violoncelo lecionou na Universidade Nacional de Brasília (UNB), Universidade Estadual Paulista (UNESP) e no Instituto Baccarelli. Ministrou “Masterclasses” e atuou como professor convidado em grandes centros de ensino musical, como Juilliard Pre-College, Folkwang Universitat der Kusnte – Essen, Muesnter MusikHochSchule.

Otavio Piola, piano (01 de julho)
Bacharel em Música sob orientação do prof. Dr. Mauricy Martin pela Universidade Estadual de Campinas. Pianista do Instituto Baccarelli desde 2002. Trabalhou sob a regência de Silmara Drezza, Sílvio Baccarelli, Cláudia Queiroz, Telma Chan, Gisele Cruz, Christian Grase, Patrícia Costa, Sílvia Carla, Cláudia Feres, Regina Kinjo, dentre outros. Integrou a equipe de músicos da montagem do musical “Os Miseráveis”, com a Companhia Canto Vivo, nos anos de 2011 e 2012, e também do musical “O Menino Gigante” com o Coral Cênico Dons & Tons e a Orquestra Municipal de Jundiaí, em 2012. Diretor musical da oficina “Coral Jovem em Cena”, oferecida pela prefeitura de Jundiaí, também em 2012. Atualmente, é professor de piano e linguagem musical do Instituto Baccarelli.

 

Clélia Iruzun, piano (05 de agosto)
A pianista brasileira Clélia Iruzun estudou na Escola de Música da UFRJ e na Royal Academy of Music em Londres onde se graduou com o Recital Diploma e diversos prêmios. Ela também trabalhou com pianistas de prestígio como Nelson Freire, Jaques Klein, Stephen Kovacevich e Fou Ts’Ong e com a famosa professora brasileira Mercês de Silva Telles em Paris. Grandes compositors brasileiros como Francisco Mignone e Marlos Nobre dedicaram-lhe obras. Ela ganhou prêmios importantes no Brasil e em competições internacionais, como Tunbridge Wells, no Reino Unido e Santander e Zaragoza, na Espanha. Como solista em recitais e com orquestras, vem atuando pela Europa, Américas e Ásia.

 

Anthony Flint, violino (05 de agosto)
Anthony Flint iniciou os estudos musicais em sua Inglaterra natal, mas mudou-se para o Canadá ainda jovem, dando sequência à sua formação no Conservatório de Toronto, onde estudou violino com David Mankovitz e piano com Patricia Holt. Completou a educação musical graduando-se pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, com os professores James Buswell, Larry Shapiro, Franco Gulli e Joseph Gingold. Flint foi indicado para liderar várias orquestras no Canadá e nos Estados Unidos.  De 1989 a março de 2012, atuou como primeiro violino da Orchestra della Svizzera Italiana, em Lugano, Suíça. A mais recente atividade de Anthony Flint é com a Filarmônica de Minas Gerais, da qual é spalla.

 

Quarteto Polytheama (05 de agosto)
Formado em 2015 pelos chefes de naipe da Orquestra Municipal de Jundiai, o quarteto tem se dedicado a executar peças pouco tocadas do repertório tradicional, com apresentações em Jundiaí, no teatro que dá nome ao grupo e em salas de concerto e eventos em São Paulo.

 

 

 

Fernando Bandini, comentarista (16 de setembro)
Fernando Bandini dispensa apresentação, contudo, vale a pena reiterar o reconhecimento por seu empenho no ensino de nossa língua e literatura com o esmero daqueles que acreditam na palavra como caminho para a construção de um mundo melhor e mais digno do ser humano. Incansável, ele ministra aulas no ensino médio e foi o editor responsável pelo Jotinha, extinto semanário do Jornal de Jundiaí, que era voltado para jovens e crianças de todas as idades. Suas conversas, elucidativas e regadas ao humor, trazem nas entrelinhas o questionamento de quem sabe refletir sobre os mais variados assuntos com agilidade e presteza. A capacidade de resgatar frases e versos lapidares denota sua dedicação ao estudo e à cultura em geral. (fonte: Jornal de Jundiaí)

 

Tom Drummond, compositor (15 de outubro)
Desde muito cedo Tom Drummond mostrou aptidão para a música. Filho de musicista, o cantor e compositor cearense começou seus estudos aos seis anos, através do piano e daí não mais parou; flauta, violão e finalmente sua atual paixão, o violoncelo, instrumento ao qual se dedicou no bacharelado em música pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Foi vencedor dos prêmios 1º Festival de Música da Rádio Universitária FM (2010) na categoria “música com letra” com a canção “Seu Santo” e, em 2012, a música “Ai de mim” de sua autoria foi premiada com o 2º lugar no 1º Festival de Música da Assembléia Legislativa do Ceará.

 

Cia de Teatro de Jundiaí (15 de outubro)
A Cia de Teatro de Jundiaí, formada por seis atores profissionais, conta com a direção de Angelo Brandini e tem como propostas valorizar, estimular e aprimorar artisticamente profissionais da área teatral na região, além de desenvolver mecanismos de formação de público, aproximando o teatro de todo o cidadão, estimulando o gosto pela arte e aflorando a curiosidade em relação às artes cênicas. Atualmente, a Cia. promove o espetáculo “Comédia Sem Título”, escrito por Martins Pena, que mistura reflexões e críticas sociais com base no bom humor do texto original.

 

 

Regiane Martinez, soprano (18 de novembro)
Discípula da mezzo-soprano Lenice Prioli, Regiane Martinez é Bacharel em Canto pela UNESP, integrante do Coro da OSESP desde 2001 e, também atua como preparadora vocal e regente do Voz Ativa Madrigal.  Realizou intenso trabalho com o cravista Nicolau de Figueiredo e tem se dedicado, especialmente, à interpretação da literatura musical européia dos séculos XVI, XVII. No ano de 2016, residindo em Nova Iorque, aprimorou seus estudos com Sarah Wolfson, James Taylor, Julianne Baird e Judith Malafronte. Atuou como solista participando de diversos conjuntos como Manhattan Chorale, New York Continuo Collective, St. Ignatius of Loyola Choir e Essential Voices of USA.

 

Léa Lacerda, mezzo-soprano (18 de novembro)
Léa Lacerda nasceu em São José dos Campos, em 1973. Iniciou-se no piano aos 9 anos; estudou no Conservatório Maestro Fego Camargo, onde concluiu, em 1998, o curso de piano erudito, e em 2007, o curso de Canto Lírico com o professor tenor Lenine dos Santos. Participou de Festivais de música, e também de diversos concertos de câmara, foi regente de Coro e supervisora do Projeto Guri, e ingressou na OSESP em 2008. Em 2010 participou como solista com o Maestro Celso Antunes, Camerata Fukuda e Coro de Câmara da Osesp, na Cantata 62 e 36 de J.S.Bach na Sala São Paulo entre outros solos. Atualmente é monitora do naipe de contraltos do Coro da Osesp.

 

Jabez Lima, tenor (18 de novembro)
Membro do Coro da Osesp desde Dezembro de 2014, o tenor Jabez Lima iniciou seus estudos de canto aos 15 anos, com o professor Walter Chamun.  Participou do Chorakademie de Lübeck e do Festival de Inverno de Campos do Jordão – aulas com Graciela Araya.  Aluno da oficina de música antiga da EMMSP, recebeu orientações de Nicolau de Figueiredo. Solista na obra Carmina Burana em São Paulo e Curitiba (Dezembro 2015 e Janeiro 2016), e com a Orquestra Sinfônica e Coro Jovem de São José dos Campos (Dezembro 2016). Recebe orientações de Marília Vargas, desde 2013, e de Juvenal de Moura.

 

Sabah Teixeira, barítono (18 de novembro)
Nascido em Natal (RN), iniciou seu estudos na classe de Piano da Professora Marluze Romano no Instituto Waldemar de Almeida. Graduou‐se em Música com habilitação em Canto pela UFRN, instituição na qual posteriormente lecionou as disciplinas de história da música, canto e percepção musical. Apresentou‐se como solista em diversos grupos, dentre eles a OSESP, Orquestra Sinfônica da Paraíba, Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Camerata Fukuda e Orquestra Engenho Barroco. Dedica especial atenção a performance do repertório de Música de Câmara, Música Brasileira e Música Antiga. Desde 2002 integra o naipe de Baixos do Coro da Osesp, sendo seu atual monitor.

 

Coro Oswaldo Lacerda (18 de novembro)
O Coro Osvaldo Lacerda é um projeto composto por 30 cantores que visa estimular a prática do canto coral em São Paulo, proporcionando aos seus integrantes o contato com um repertório de diferentes linguagens e buscando sempre o aprimoramento e a evolução musical. Realizou, durante seus 2 anos de atividades, concertos em importantes salas de concerto, como a Sala São Paulo e Sala do Conservatório na Praça das Artes, e em algumas igrejas da cidade.

 

 

Bruno Costa
Regente do Coro Osvaldo Lacerda desde 2014, ano em que iniciou seus estudos de regência coral da EMESP Tom Jobim (antiga Universidade Livre de Música), sob orientação da maestrina Ana Beatriz Valente Zaghi, atualmente é aluno da maestrina Naomi Munakata na Escola Municipal de Música de São Paulo. É também Regente Assistente Coral Cultura Inglesa, integra desde 2015 o Coral Jovem do Estado de São Paulo, sob regência de Tiago Pinheiro e integrou o Madrigal EMESP, sob regência de Regina Kinjo,  e o Coro Luther King, sob regência de Martinho Lutero Galati. Participou do 2º Festival Coral de Campos do Jordão como regente em 2015 tendo aulas com o maestro Carlos Aransay (Espanha).

 

Guilherme Rocha
Regente do Coro Osvaldo Lacerda desde 2015, aluno do bacharelado em regência do Instituto de Artes da Unesp e integrante do Coro Acadêmico da Osesp, começou seus estudos musicais aos nove anos, tendo aulas de piano. Foi em 2014 bolsista do Coral Jovem do Estado, sob regência de Naomi Munakata e integrou também, durante dois anos, o Coro de Câmara da Unesp. Cursou durante 4 anos o curso de piano da Escola Municipal de Música de São Paulo, sob orientação de Margarida Fukuda, e como pianista já atuou como acompanhador em aulas de ballet.

 

 

Michel de Paula, flauta (18 de novembro)
Natural de Jundiaí, estudou com Mikhail Malt, João Dias Carrasqueira e Antônio Carlos Carrasqueira. É formado pela UNICAMP, onde estudou com Sávio Araújo. Em Paris estudou com Christian Lardé, na École Normale de Musique de Paris e com Anna- Katharina Graf na Escola Superior de Música de Lucerna, Suíça. Esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Lucerna na estréia do “Concerto para flautim” de L. Liebermann. Fez a estréia européia do “Concerto para flautim e cordas” de Osvaldo Lacerda. Foi solista com a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí e Camerata FUKUDA. Participou como “artista convidado” do Sir James Galway Flute Festival”em Weggis (Suíça).

 

Duo Heimann-Braga – Erick Heimann e Miriam Braga (09 de dezembro)
O duo Heimann-Braga fez sua estreia no ano de 2007 com uma série de recitais no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. Os músicos dedicam-se atualmente com exclusividade ao repertório erudito para saxofone e piano de compositores brasileiros e vem se apresentado em diversos estados como São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte e internacionalmente em Montevidéu (Uruguai), Celles-Sur-Belles (França) e Medellín (Colômbia). O duo também tem participado frequentemente de festivais internacionais de saxofonistas representando o repertório brasileiro de câmara para esta formação, demonstrando preocupação no resgate de repertório pouco conhecido do público.

 

Esdras Rodrigues, spalla convidado (8 de abril e 9 de dezembro)
Formado em violino pela UNICAMP (1987), tendo como professor Natan Schwartzman. Obteve os títulos de Mestre e Doutor em Artes Musicais na Boston Univesity, entre 1990 e 1998, sob a supervisão de Yuri Mazurkevich (violino) e Dr. John Daverio.(musicologia). Seu extenso trabalho em música de câmara já o levou para os EUA, Alemanha, Grécia, Vietnã, Cingapura, México e Argentina, além de performances por todo o Brasil. Seus projetos de pesquisa atuais focam a música brasileira. Em conjunto com os grupos “Quintal Brasileiro” e “Grupo Carcoarco”, venceu prêmios que permitiram vários lançamentos de CDs e apresentações. Desde 1998, leciona violino e música de câmara na UNICAMP.

 

Heloísa Meirelles, chefe de naipe de violoncelos convidada (8 de abril e 9 de dezembro)
Concertino do naipe de violoncelos da Osesp desde 1997, Heloísa Torres Meirelles também realiza intenso trabalho camerístico junto a destacados músicos de sua geração.
Bacharel em artes pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), estudou sob orientação de Antonio Del Claro e aperfeiçoou-se com David Strange em Londres e François Guye em Genebra. Cursou o Conservatório Nacional de Música de Lyon, na França, obtendo medalha de ouro em violoncelo e música de câmara na classe de Robert Duval. Vencedora de concursos desde os 11 anos, integrou a Orquestra do Pan Pacific Music Camp, na Austrália, e a Orquestra Mundial da Jeunesses Musicalles, apresentando-se na Nova Zelândia, Canadá, Noruega, Alemanha, Holanda e Polônia.

 

Pedro Della Rolle, spalla
Mestre pela Universidade de São Paulo em música, graduado pela Trinity College of London em Performance Violinista. Premiado nos principais concursos nacionais de música. Gravou ao lado de nomes importantes no cenário musical brasileiro. Ocupa-se com a pesquisa e com a grande arte do ensino sem deixar de ser um músico versátil e atuante em diferentes linguagens musicais. Ganhou elogios do grande mestre Paulo Bosísio com quem estudou assiduamente: “Della Rolle possui um talento especial, uma apuradíssima técnica e um som de absoluta e inquestionável beleza”.

 

 

Cleber Albuquerque, violino – chefe de naipe (solista nos concertos de 3, 4 e 6 de junho)
Estudou Licenciatura em Educação Musical na Universidade Federal de São Carlos ( UFScar) e Bacharelado em Música na Faculdade Cantareira, classe da Prof. Elisa Fukuda. Participou de diversas master-classes com Pinchas Zukerman, Ole Bohn, Cláudio Cruz e Davi Graton. Atualmente é orientado pelo Prof. Pablo de Leon em São Paulo.Tocou em diversas formações cameristicas, entre elas a Camerata Fukuda e o Festival Internacional de Música de Camara, realizado pelo Maestro Alex Klein. Integra o naipe de Primeiros Violinos da Orquestra do Teatro São Pedro e atualmente é chefe de naipe dos Segundos Violinos da Orquestra Municipal de Jundiaí.

 

Emerson de Biaggi, viola – chefe de naipe
Bacharel em Música pela ECA-USP, onde foi aluno dos professores Perez Dworecki e Horácio Shaeffer. Realizou o curso de Mestrado na Boston University (1992) e em seguida o Doutorado na Universidade da Califórnia. Integrou a Boston Philharmonic, a Vermont Symphony Orchestra e a Boston Modern Music Orchestra, regressando ao Brasil em 1997 para integrar a Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo. Professor de viola e música de câmara no Departamento de Música da Unesp de 1997 a 2004 e no Instituto de Artes da Unicamp desde 1998, além de lecionar nos cursos de pós-graduação. Como solista, desenvolve trabalho de valorização do repertório brasileiro contemporâneo. É chefe de naipe das violas da Orquestra Municipal de Jundiaí desde sua fundação em 2011.

 

Vana Bock, violoncelo – chefe de naipe
Foi aluna de Grechen Miller, Z. Kubala, Ricardo Fukuda e Antonio Del Claro. Foi integrante da Camerata Fukuda, Orquestra Experimental de Repertório e Orquestra Jazz Sinfônica. De 2000 a 2003, como bolsista da Fundação Vitae e do Ministério da Cultura, especializou-se em violoncelo e musica de câmara na Academia Ferenc Liszt, em Budapeste (Hungria). Participou de gravações de vários CDs, como por exemplo, o do Neymar Quarteto, da pianista Julia Tygel e da Camerata Fukuda. É cellista da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP) e chefe de naipe na Orquestra Municipal de Jundiai. Desde 2009 é professora de cello na EMESP. É formada em Terapia Ocupacional pela USP, com especialização em Saúde Mental na UNIFESP.

 

Thiago Hessel, contrabaixo – chefe de naipe (solista no concerto de 16/setembro)
Iniciou seus estudos de Contrabaixo com Pedro Paulo Phillip no Conservatório de Tatuí e logo em seguida passou a ter aulas com Sérgio de Oliveira no Instituto Baccarelli, onde atuou como chefe de naipe na Orquestra Sinfônica de Heliópolis. Em 2009 foi aprovado para o IOIA (International Orchestra Institute Attergau), festival realizado na Áustria onde recebeu orientações de Wolfgang Gürtler (Orquestra Filarmônica de Viena). Atualmente integra a Orquestra Bachiana Filarmônica, Orquestra Sinfônica de Santo André, e Orquestra Municipal de Jundiaí.


GALERIA DE IMAGENS