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Patrimônios municipais

Abaixo você confere a lista de patrimônios materiais tombados e de patrimônios imateriais registrados em Jundiaí, pelas esferas municipal (Conselho Municipal do Patrimônio Cultural – Compac), estadual (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico – Condephaat) e federal (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN).

Compac

Patrimônios Materiais – Compac

Chaminé da Antiga Fábrica da Argos Industrial S/A

Ato oficial: Lei 369/1999
Órgão: Câmara Municipal de Jundiaí

Chaminé da Antiga Fiação e Tecelagem Fábrica Japy S/A

Ato oficial: Lei 369/1999
Órgão: Câmara Municipal de Jundiaí

Fazenda Ermida

Ato oficial: Decreto Municipal nº 21.650, de 06 de abril de 2009
Órgãos: Prefeitura Municipal de Jundiaí e Compac

Ponte Torta

Ato oficial: Decreto Municipal nº 23.293, de 17 de agosto de 2010
Órgãos: Prefeitura Municipal de Jundiaí e Compac

Teatro Polytheama

Ato oficial: Decreto Municipal nº 22.620, de 25 de outubro de 2010
Órgãos: Prefeitura Municipal de Jundiaí e Compac

Patrimônios Imateriais – Compac

Coxinha de Queijo

Número do processo: 10.383-8/2018
Solicitação: Marianna Lamas Ramalho, em 06/04/2020
Registro: Livro dos Saberes e Celebrações V.1 – FL. 006
Descrição: Foi comprovada através de estudos da Fatec a predominância da Coxinha de Queijo em Jundiaí e o fato de ela ser original da Terra da Uva. Através destes estudos e entrevistas, foi possível concluir que o delicioso salgado faz parte da identidade e memória dos jundiaienses e da cidade de Jundiaí.

Modo de Produção do Vinho Artesanal de Jundiaí

Número do processo: 16.778-7/2016
Solicitação: Câmara Municipal de Jundiaí, em 15/06/2016
Registro: Livro dos Saberes e Celebrações V1. – FL. 008
Descrição: O Vinho Artesanal de Jundiaí segue a produção que respeita o tempo da uva e do vinho, as estações do ano, a separação e a preparação manual do produto. A produção de vinho na cidade é histórica. Muitas adegas produzem há mais cem anos, mantendo a bagagem emocional e a tradição familiar. Ao longo de sua história, a produção de vinhos em Jundiaí impactou a Economia e Turismo da cidade, atraindo vários visitantes à Rota da Uva.

Ensino da Arte Folclórica Performática da Capoeira pela Academia Idalina de Jundiaí

Número do processo: 19.871-7/2016
Solicitação: Cássio Martinho (Mestre Rã), em 12/07/2016
Registro: Livro dos Saberes e Celebrações V.1 – FL 004
Descrição: A arte da Capoeira é reconhecida em todo o território brasileiro e é uma das formas de representação do país internacionalmente. Em Jundiaí, a Academia de Capoeira Idalina dissemina sua prática desde 1984 formando capoeristas e mestres, agregando na vida cultural e social da cidade.

Associação Jundiaiense de Motores a Ar e Derivados “Fusca Clube de Jundiaí”

Número do processo: 26.820-5/2016
Solicitação: Departamento de Patrimônio Histórico da Unidade de Gestão de Cultura, em 28/09/2016
Registro: Livro dos Saberes e Celebrações V.1 – FL. 005
Descrição: Desde a década de 1950, o Fusca faz parte do cotidiano do brasileiro, construindo uma relação de admiração com o automóvel. A Associação Jundiaiense de Motores a Ar e Derivados “Fusca Clube de Jundiaí” faz encontros, desde 2009, expondo veículos por Jundiaí e outras cidades do interior, trazendo valor cultural em seus encontros.

Paulista Futebol Clube

Número do processo: 14.874-1/2016
Solicitação: Departamento de Patrimônio Histórico da Unidade de Gestão de Cultura, em 2016
Registro: Livro dos Saberes e Celebrações V.1 – FL 007
Descrição: O Paulista Futebol Clube marca presença na cidade de Jundiaí desde 1909. Além da fama do time pelo próprio futebol, ele também junta sua história com a da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, já que o Paulista foi criado em uma associação de ferroviários.

Romaria Diocesana Masculina de Jundiaí

Número do processo: 8.801-2/2014
Solicitação: Jean Marcel Caum Camoleze, em 27/03/2014
Registro: Livro dos Saberes e Celebrações V.1 – FL. 003
Descrição: A Romaria Diocesana Masculina de Jundiaí acontece desde 1914, agregando anualmente centenas de fiéis jundiaienses, envolvendo suas famílias e membros da comunidade na romaria, resgatando hábitos antigos para manifestar a fé religiosa. Passando por gerações, o grupo se organiza de forma autônoma, para resgatar a cultura caipira e encontrar pessoas que fazem expressão da fé católica.

Bloco Carnavalesco Refogado do Sandi

Número do processo: 30.416-8/2015
Solicitação: Bloco Carnavalesco Refogado do Sandi, em 29/10/2015
Registro: Livro dos Saberes e Celebrações V.1 – FL. 002
Descrição: O carnaval de rua é originário das festas de caráter religioso-profano, com o intuito de trazer diversão para os pobres nas cidades do interior, e também para manifestar a cultura popular pobre por meio de danças e músicas. Jundiaí tem um antigo legado no carnaval de rua que juntam a manifestação cultural e social, a tradição das festas e a herança de antigos blocos carnavalescos de rua. O Refogado do Sandi foi criado a partir das premissas da irreverência, da independência, da quebra de paradigmas, ele vem para resgatar a festa popular dos carnavais de rua e seus personagens. Fundado por Erazê Martinho, o bloco tem influências de antigos blocos de Jundiaí, como o Estamos na Nossa e a Banda da Ponte. O trajeto do Refogado do Sandi sempre foi feito no Centro Histórico de Jundiaí, partindo do Gabinete de Leitura Ruy Barbosa, contribuindo para a visibilidade do centro histórico e trazendo movimentando as antigas ruas da cidade. O Refogado do Sandi festeja desde 1996, sendo o bloco mais antigo ainda em atividade em Jundiaí, desde então ele traz cultura junto aos seus festejos, agregando na vida social jundiaiense.

Associação e Clube dos Surdos de Jundiaí

Número do processo: 11.132-2/2021
Solicitação: Bloco Carnavalesco Refogado do Sandi, em 14/09/2021
Registro: Livro de Lugares VL. 1 – FL 003
Descrição: A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi incluída no Brasil no século 19 e oficializada por Lei em 2002, reconhecida como meio legal de comunicação, expressão e cultura da comunidade surda. A Associação e Clube dos Surdos de Jundiaí foi fundada em 1971, em todos os seus anos manteve as atividades formativas, sociais e artísticas, promovendo a inclusão e a diversidade, assim, agregando valor cultural para a cidade, fortalecendo vínculos comunitários e contribuindo para a construção das pessoas e comunidades surdas. A Associação carrega valor histórico e cultural, em especial para a comunidade surda, que integra ao interesse coletivo.


Condephaat

Antiga Indústria Argos

Número do Processo: 31605/94
Resolução de Tombamento: Resolução 65 de 19/12/2017
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 466, p. 142
Confira os detalhes no site do Condephaat

Cine Teatro Polytheama

Número do Processo: 41522/01
Resolução de Tombamento: Resolução 38 de 16/07/2012
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 384, p. 111, 11/10/2012
Confira os detalhes no site do Condephaat

Complexo da Estação Ferroviária de Jundiaí

Número do Processo: 60142/09
Resolução de Tombamento: Resolução 53 de 13/06/2011
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 380, p. 110
Confira os detalhes no site do Condephaat

Escola Estadual Conde Parnaíba

Número do Processo: 24929/86
Resolução de Tombamento: Resolução 60 de 21/07/2010
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 377, p. 103 a 110, 05/09/2011
Confira os detalhes no site do Condephaat

Fachada do imóvel situado na Rua Barão de Jundiaí nº 736

Número do Processo: 64142/11
Resolução de Tombamento: Resolução 43 de 04/07/2013
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 402, pg. 118.

Gabinete de Leitura Ruy Barbosa

Número do Processo: 44.853/02
Resolução de Tombamento: Res. SC-09, de 11.03.2010
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 367, pg. 100
Confira os detalhes no site do Condephaat

Pinacoteca Municipal, Biblioteca Municipal Nelson Foot e Grupo Escolar Siqueira de Moraes

Número do Processo: 24929/86
Resolução de Tombamento: Resolução 60 de 21/07/2010
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 377, p. 103 a 110, 05/09/2011
Confira os detalhes no site do Condephaat

Serra do Japi, Guaxinduva e Jaguacoara

Número do Processo: 20814/79
Resolução de Tombamento: Resolução 11 de 08/03/1983
Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico: inscrição nº 11, p. 304, 01/09/1986
Confira os detalhes no site do Condephaat

Solar do Barão

Número do Processo: 07857/69
Resolução de Tombamento: Resolução de 13/03/1970
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 12 , p. 2, s.d
Confira os detalhes no site do Condephaat


IPHAN

Complexo Fepasa

O Complexo Fepasa é o único patrimônio material do Município com tombamento em nível nacional, registrado como antigas oficinas da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, e possui 111 mil metros quadrados, sendo 46 mil deles de área construída.

Confira mais detalhes sobre o Complexo Fepasa