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Artes Integradas

Festival Delas – Mulheres na Arte – 5 Anos
Heloísa Silva Oliveira (produção executiva e curadoria), Mariana Benatti (curadoria, diagramação e entrevistas, Paula Pimenta (curadoria e design), Katia Manfredi (curadoria, textos e entrevistas) e Amanda Sousa (textos, revisão e clipagem)

Sinopse: O Festival Delas – Mulheres na Arte, importante movimento cultural-artístico pelas mulheres artistas da cidade, completa cinco anos de existência neste ano de 2020. Nossa proposta é, assim, a criação de um e-book comemorativo destes 5 anos do Festival Delas, contendo textos, dados, imagens, links, ilustrações e depoimentos, como uma forma de celebrar sua existência/resistência, sendo ao mesmo tempo um portfólio das ações desenvolvidas, um registro histórico dessa iniciativa coletiva, um livro de memórias compartilhadas e um produto artístico-cultural.

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Novas Rotas: investigações urbanas em Jundiaí 2020
Isabella Ferraro

Sinopse: Novas Rotas – Investigações Urbanas em Jundiaí 2020 é uma proposta de e-book que pretende instigar o cidadão jundiaiense – bem como qualquer pessoa que visite a cidade – a explorar Jundiaí, desenvolvendo um novo olhar para o nosso Patrimônio Histórico e Cultural, patrimônio este que pode passar despercebido quando estamos dentro de um carro ou distraídos em nossas preocupações cotidianas. Desta forma, espera-se despertar nos leitores um olhar de viajante e de investigador para um local já conhecido; o desejo de se aprofundar na rica história local e, principalmente, de cuidar e de se apropriar da cidade como sendo sua, ou seja, estimulando no indivíduo a noção de pertencimento. Espera-se, ainda, que este e-book colabore para o protagonismo do cidadão como protetor da sua cidade, bem como o protagonismo do próprio patrimônio jundiaiense, de modo que possa ser constantemente lembrado e celebrado pelas pessoas das mais variadas idades, contextos sociais, econômicos e interesses, quando passarem por nossas ruas todos os dias, sensibilizadas pelos aspectos materiais e imateriais abordados neste livro. Com a pandemia de COVID-19 e os protocolos de isolamento, intensificaram-se as caminhadas individuais (item 2.1.3 do edital) e também a ocupação de locais abertos e comunitários (praças, passeios, córregos) durante a fase amarela. Neste período de deslocamento reduzido, restrições espaciais e limitações de convívio, o olhar pessoal invariavelmente se volta para as possibilidades individuais (item 2.1.3 do edital) em um nível local e inclusive doméstico, em contraste com o trânsito global/nacional/estadual/ regional ou mesmo municipal observado em tempos sem pandemia. A ideia de um e-book que desafie o leitor a interpretações inéditas de um lugar familiar nasce deste conceito de olhar para o próprio jardim, de reconhecer sua terra e seu papel nela. Neste sentido, também se faz presente o conceito de resgate e memória, conscientizando o leitor sobre as narrativas históricas que a cidade nos conta e que apontam novas rotas para nossas narrativas pessoais.

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Arte-processo; Teleperformances e Performances Digitais, Transmissões, Recepções e Interações através da internet
Julia Zulian

Sinopse: O e-book aborda obras de teleperformance e performances digitais mediadas via internet e web que vêm sendo desenvolvidas desde o final de 1990. Fruto de uma pesquisa de mestrado do curso de Crítica e Curadoria de Arte da PUC-SP produzido pela arquiteta e cineasta Julia Zulian, prova-se no atual dentro do cenário de 2020. Uma publicação inédita que se mantém contemporânea frente ao entendimento de como as relações se adequaram frente às imposições do Covid 19 e como muitos de seus desdobramentos no panorama digital já haviam sido trabalhados dentro da performance arte pós década de 90. Partindo desse pressuposto podemos afirmar que o espaço digital tem sido, não em poucas situações, muito mais ubíquo e determinante nas relações humanas. É importante entender sua extensão, seus limites e como devemos lidar com isso para intensificar a comunicação e não reduzi-la. Nós interagimos com a interface do mundo, portanto não se trata apenas de informação, mas sim de comunicação. A performance arte foi a linguagem que muitos artistas testaram suas ideias. Uma linguagem que, assim como a da arte conceitual e minimalista, não está submissa à imagem mimética pictórica ou vice versa. A performance arte é um processo que conecta emissores a receptores, artistas a fruidores, orbitando ambos em torno da construção do seu discurso. Assim sendo, atuar e visualizar espaços remotos, quebrar barreiras do espaço-tempo tradicional e institucional são características dos trabalhos de teleperformances e performances digitais. Tais trabalhos se estabelecem em multiversos que integram a comunicação mediada por computador e se deslocam por eles: universos físicos, digitais, fenomenológicos e virtuais. Portanto o objetivo deste trabalho é contribuir na construção de possíveis respostas para a questão de como podemos transformar redes de informação em rede de comunicação; como podemos utilizar as mídias eletrônicas e mais especificamente as digitais hospedadas na internet para mostrar processos, expor coletividades e possibilitar diálogos. Para reiterar nosso propósito dialógico o trabalho foi divido em duas partes: teórica (parte informacional) e projeto curatorial (parte comunicacional), que dará início a um projeto expositivo, a ser executado em um segundo momento posterior à essa publicação e de forma digital como uma mostra online, onde serão colocados em prática os conceitos de transmissão, interação e recepção, promovendo um espaço de resposta pública. Inúmeras são as ferramentas que viabilizam as teleperformances e as performances digitais e devemos lembrar que a performance busca não limitar conceito ou obra, mas sim que o performer busca construir junto ao público o sentido e a amplitude de sua produção. Migrar, em parte, para o digital é uma mudança necessária, pois a reformulação daquilo que não comporta mais as necessidades e urgências de expressão é fundamental. No espaço cibernético fronteiras são quebradas: o digital não impõe limites físicos e espaços pré-determinados, permitindo que haja uma espécie de ressignificação da relação entre obra e espectador, bem como o faz a performance arte em um panorama geral. Se por um lado tínhamos instituições e lugares específicos para realizar performances que eram limitados por inúmeros fatores, fatores esses que inclusive poderiam ser parte da construção dessa obra – como fatores arquitetônicos por exemplo – hoje temos um espaço que contém a chave para o livre acesso, ilimitado e de possibilidades infinitas que chamamos de internet.

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Registros de um casulo antropofágico
Letícia Rosa (produção), João Pedro Delprá (autoria), Maria João (ilustração) e Felipe Rizzi (organização e design)

Sinopse: O e-book traz uma seleção de escritos que se desenvolvem desde 2017 e foram criados através de seu pseudônimo O Rei Ricardo Coração de Leão. Tratam-se de registros pessoais, que de forma íntima, revelam uma percepção solitária do mundo. Como um diário poético, as criações trazem pensamentos e inquietações, além de fotografias que narram o cotidiano desse sujeito-casulo, que preso ao corpo estranho de seu ego, interpreta de forma muito particular o ambiente externo. É através da ação antropofágica que se dá a relação do eu-lírico com o mundo, regurgitando, alimentando-se, digerindo e regurgitando novamente, nesse processo infinito do casulo, de uma metamorfose que nunca se realiza de fato. A passagem do tempo é um elemento chave para as angústias retratadas, da mesma forma a melancolia, o encarceramento, a paixão, as memórias e a nostalgia são assuntos presentes nos registros. As produções do artista partem de um lugar intuitivo e pouco racional, mas que ao mesmo tempo reflete suas inspirações ligadas ao romantismo literário, seu caráter individualista, sentimentalista e solitário. Sendo assim, as influências do autor vão de Álvares de Azevedo à poesia musical de Renato Russo da banda Legião Urbana, e apesar de desenvolver sua escrita na litaratura e não na dramaturgia, os clássicos de Shakespeare e as produções contemporâneas do conterrâneo Marcos Cesar Duarte também são referências para suas criações. Procurando potencializar e ressignificar em outros formatos essa poética, a solidão de João Veras de Carvalho encontra a solidão de Maria João, artista visual jundiaiense que apresenta suas criações principalmente na ilustração. O cotidiano, a solitude, o sentimentalismo e a fragilidade são elementos também presentes nas produções da artista, que de forma íntima e minimalista comunica em seus desenhos os pensamentos de seu coração.

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O Jazz no Fluxo da Vida
Luana Espíndola

Sinopse: Neste e-book, Luana Espíndola compartilha ferramentas para que todos que almejam viver da dança, em especial do Jazz, obtenham sucesso, imergindo nesse fluxo no dia a dia, já que nos tornamos o que fazemos repetidas vezes (hábitos e habilidades).
Exemplifica também, como essa fluidez, esse estado de flow, são levados para o trabalho, para a sala de aula, para a montagem coreográfica, nos movimentos técnicos, artísticos e no mindset, pois está tudo integrado!

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Ruinoso
Lucas Gervilla

Sinopse: Este fotolivro digital é resultante das pesquisas desenvolvidas pelo artista sobre as estéticas do abandono. O trabalho irá reunir dezenas de fotografias produzidas ao longo dos últimos dez anos, mostrando como lugares abandonados e ruínas podem tensionar as relações entre memória e esquecimento, entre cultura e natureza.

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Aula de Dança Criativa Temática Moana
Ana Luísa Grecco

Sinopse: aula temática tem como objetivo oferecer oportunidades para as crianças desenvolverem a compreensão de suas próprias capacidades de movimento através de experiências praticas no movimento expressivo. Utilização de deslocamentos (lado, frente e trás), movimentação feita em vários planos (baixo, médio e alto) relações espaço e ações, dinâmica de movimento diferentes (forte, suave), exercícios rítmicos de tempos combinados ( educação sonoro e musical) trabalhando a expressão corporal, desenvolvendo a sensibilidade expressiva utilizando todas as partes do corpo e todas as ações possíveis (andar, correr, saltar, girar).

Conhecendo um artista
Alessandra Ancona de Faria (concepção, roteiro e gravação) e Giovana Del Masso Silveira (edição do vídeo)

Sinopse: Este vídeo apresentará dois artistas: Joan Miró e Alexander Calder. A proposta é de conhecermos a obra de ambos, com enfoque nas temáticas do equilíbrio e da cor, que serão exploradas em diálogo com a dança.

Floresta Sensorial – Aula de Ballet Temática
Ana Luísa Grecco

Sinopse: Nesta aula serão explorados os 5 sentidos (tato, visão, audição, olfato e paladar) em parceria com o Ballet. Irei contar a historia de uma menina que era muito curiosa, vendo uma abertura numa arvore resolve entrar e lá encontra um mundo magico, com seu telescópio vê pegadas gigantes (visão), anda por lugares onde o chão é bem macio (tato), sente cheiros diferentes (olfato), ouve barulhos estranhos durante o passeio (audição) e sai correndo, mas antes de voltar ao mundo Real se depara com uma fruta diferente e resolve provar (paladar). Durante toda a aula dançamos ao som de musicas diferentes, pois o tato a visão e a audição estão diretamente ligados a dança. Temos que ver (o movimento), ouvir (a musica), e sentir (os pés no chão) para que possamos realizar os movimentos. Mas se somados a ativação e estímulo de todos os sentidos (olfato e paladar) ganhamos mais recursos para criarmos novos movimentos provocando novas sensações e levar as crianças a esse mundo mágico.

Podcast Shakespeare 
Gustavo Costa e Thiago Domingues (podcasters)

Sinopse: O podcast é uma conversa informal, através desta rádio virtual sobre duas obras de Willian Shakespeare: Macbeth e Sonho de uma noite de verão. Macbeth recebe uma profecia de que será rei, mas para isso, Duncan, o rei atual teria que morrer. No coração do general o desejo já estava instaurado. Talvez não o desejo do reinado, mas o desejo dos prazeres que tal título lhe traria. A premissa que ronda a natureza humana é anunciada pela Lady Macbeth. Para Freud, o desejo não é um simples ato de realizar os caprichos carnais, mas sim um movimento do inconsciente, que nos coloca em retornos a lembranças, a traços da memória que nos remetem a satisfações; e tais retornos, criam a expectativa de que esta sensação de prazer se repita. Macbeth propõe a reflexão de que seguir todos os nossos pensamentos, desejos e sonhos requer muita coragem e ousadia… e, às vezes, mais do que isso. Discute por fim, ao grande exemplo dos protagonistas, que as consequências dos nossos atos são regadas com as escolhas que fazemos e com os sonhos que nos permitimos acreditar. No segundo episódio, temos Sonho de uma Noite de Verão, temos a história de alguns casais que se amam; alguns têm o amor correspondido e outros não. Não suficiente os conflitos amorosos, temos a presença de alguns seres místicos que, tentando dar ordem ao caos dos sentimentos, acabam atrapalhando ainda mais. A história de Shakespeare explora de forma divertida a idolatria amorosa em oposição ao amor verdadeiro. Se, na vida real criaturas mágicas não existem, o mesmo não se pode dizer das paixões súbitas, tão ardentes como passageiras. A conversa será então sobre o amor, suas faces, suas verdades e mentiras e sobre sua magia. Além, é claro, de fazer referências a tantas obras e clássicos, como os textos gregos e o famoso poema de Carlos Drummond de Andrade.

Era Uma Vez…na Pandemia
Helena Maria Gazzi Martins e Gabriela Pires Rodrigues Nunes (atrizes, cantoras, versionistas e produção de áudio)

Sinopse: Aaaah a Pandemia… você achou que só ouviria este nome nos livros de história, que seria algo nunca vivenciado por alguém vivo na nossa geração? Doce ilusão! Ela resolveu dar uma passadinha no século 21 e longos 7 meses depois dela atingir o Brasil, duas amigas muito equilibradas (só que não) que moram juntas são entrevistadas para um projeto onde estão coletando dados de como as pessoas passaram de meados de março de 2020 até outubro do mesmo ano por aqui. Isso não pode “dar bom”, né? A transformação pela qual ambas passam em diversos âmbitos é notável. A percepção de mundo, as ajudas e brigas entre as duas, as crises de desespero e ansiedade por não poderem sair, a revolta ao verem o descaso de tanta gente…7 meses de sentimentos intensos vividos dentro de um espaço de 60m2 contados diretamente de suas memórias e subconscientes (um tanto quanto afetados, diga-se de passagem) e de uma forma bem inusitada: com paródias de músicas da Disney. Nada melhor do que um pouco de fantasia (e bastante realidade!) para ilustrar situações e dilemas diários pelos quais essa fase louca nos fez passar.

Welcome to Rock 50s
Jessel Rocker Girl (com a participação de Victor Fontebasso Rossi)

Sinopse: a apresentação é uma Viagem ao Mundo do Rock’n’Roll dos anos 50, contemplando de forma divertida e simples diversas linguagens artísticas Dança, Cultura, Oficina de dança, Cinema e conteúdos bacanas. Tudo relacionado a este Universo Único e Fascinante!

Pin Ups Dolls Project in Luz, Câmera & Diversão
Jessel Rocker Girl, Gerson Garcia (diretor e designer), com as participações de Renata Luci Dundr e Tainá Silva de Andrade

Sinopse: Formado em 2018, O Pin Ups Dolls Project tem em sua essência a vontade de Retratar em Dança e Arte um pouco do Universo Pin Up, seja através da Moda, do Visual Marcado ou da Sutileza destas Mulheres. Enfim, será uma Viagem ao Mundo das Pin Ups, mulheres que marcaram gerações, com sua beleza e sensualidade na medida certa. O Projeto contempla de forma divertida e simples, diversas linguagens artísticas como a Dança e suas Vertentes, não deixando de fora a Cultura desta geração, Ícones Artísticos das Décadas de 40 e 50 como Marilyn Monroe, Bettie Page e conteúdos relacionados a este Universo cheio de Beleza.

Histórias que a vovó contava
Gatos Gordos – Lisete Pecoraro, Vivi Masolli e Jheniffer Escobar

Sinopse: Com o projeto “Histórias que a vovó contava”, o grupo teatral jundiaiense Gatos Gordos propõe uma narração encenada de duas fábulas infantis no formato podcast.
“Cigarra e a formiga” – uma das fábulas mais conhecidas conta a história da diferença desses dois animais. Enquanto a cigarra passa os dias cantando e brincando, a Formiga trabalha reunindo alimentos para sobreviver no inverno. Quando chegam os dias de frio e chuva, a Cigarra não tem o que comer e pede à outra para partilhar a comida dela. A Formiga recusa, falando que a Cigarra passou o verão cantando e agora precisa “se virar”.
“O macaco e a onça” – O macaco andava o dia todo procurando um lugar adequado para fazer sua casa. À noite a onça com seus hábitos noturnos também procurava. E não é que os dois decidiram pelo mesmo lugar? O macaco construía de dia e a onça a noite, mas nenhum sabia da existência do outro. Apenas estranhavam que enquanto descansavam a casa continuava a ser erguida.